REVISTA ANEFAC

Edição 191 Março, Abril, Maio


Reuniões Técnicas

Riqueza Pessoal – Como ter uma vida antifrágil

 O chamado mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) e suas características caóticas foi o tema abordado na Reunião Técnica de Finanças Pessoais, no dia 1º de fevereiro, em São Paulo. A problemática do encontro girou entorno da riqueza pessoal e como ter uma vida antifrágil, além dos riscos e oportunidades do mundo atual como inteligência artificial, veículo autodomínio, poder computacional e educação na era digital.

 A antifragilidade é uma das formas mais modernas de tomada de decisões. “Quando se escrevem as coisas matematicamente, a antifragilidade é fragilidade com sinal invertido”, disse Nassim N. Taleb.

 A reunião foi conduzida pelo diretor-executivo, Louis Frankenberg, e teve como palestrante Luiz Fernando Roxo, sócio-fundador da Zen Economics, que apontou que, além dos cenários e da dificuldade, também há enormes oportunidades de ganho do mundo atual. “Evoluímos fazendo escolhas automáticas e analíticas. É necessário ser rica de recursos: dinheiro, saúde, conhecimento, tempo, emoção”.

 

Assédios moral e sexual no ambiente de trabalho

 A Reunião Técnica do Jurídico aconteceu em 20 de fevereiro e abordou os temas que envolvem assédio moral e sexual nas relações de trabalho. A proposta tinha como objetivo contribuir para a compreensão/esclarecimento diante do Direito do Trabalho e Direito Penal e, por consequência, identificar responsabilidades jurídicas, além de prevenir riscos.

 Conduzida por Samantha Maguetta, diretora-executiva da ANEFAC, a reunião teve como debatedores Alexandre Sinigallia Pint, sócio do escritório Leite, Sinigallia e Forzenigo Advogados, e Roberto Alves Feitosa, sócio do escritório Feitosa & Maguetta Advogados Associados. A proposta foi discutir sobre as definições e conceitos legais de assédio moral e assédio sexual. O termo assédio tem o sentido de insistência impertinente, perseguição, pretensão constante em relação a alguém. Já a palavra moral vai indicar um conjunto de princípios ou valores que pertencem ao domínio do espírito do homem e que norteiam seu modo de agir e de pensar, geralmente de maneira virtuosa.

Para os debatedores, o assédio moral laboral manifesta-se também contra empregados condicionados às exigências de cumprimento de metas inalcançáveis ou de rigorosas normas de disciplina, controle e fiscalização, confundindo-se com o abuso do poder do empregador, ao impor normas exorbitantes de desempenho e controle (metas inatingíveis, exigência de serviço além das competências, limite de faltas, imposição de horários injustificados, críticas em público, instruções confusas ou imprecisas sobre tarefas, solicitação de trabalhos urgentes, atribuição de erros imaginários, impedimento de uso dos equipamentos de trabalho, revistas vexatórias e uso restrito de sanitários).

 

As pessoas estão minando a execução da sua estratégia?

 O grande desafio das empresas em relação à estratégia não é criá-la, mas sim executá-la. Recente pesquisa apontou que de dois terços a três quartos das empresas enfrentam grandes dificuldades em implementar suas estratégias. No dia 26 de fevereiro a Reunião Técnica de Estratégias debateu sobre a necessidade crescente não só de alinhamento, mas também de coordenação.

David Kállas, diretor-executivo da ANEFAC, explicou o processo de gestão da estratégia, a necessidade do alinhamento das metas e estratégias, o problema da execução da estratégia, o lado “hard”: ferramentas e processos de alinhamento e o lado “soft”: a necessidade da boa coordenação. E apontou o caminho para a execução impecável.



 CPC 47: Receita de Contrato com Cliente

 No dia 8 de março aconteceu em São Paulo a Reunião Técnica de Normas Internacionais, que abordou o CPC 47 – Receita de Contrato com Cliente. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis, aprovado em novembro de 2016, foi elaborado a partir do IFRS 15 – Revenue from Contracts with Customers. “Sua aplicação, no julgamento do CPC, produz reflexos contábeis que estão em conformidade com o documento editado pelo IASB, explicou a diretora-executiva da ANEFAC, Cecília Geron.

Os principais tópicos abordados foram: Principais alterações no reconhecimento e mensuração de Receitas; Efeitos contábeis esperados para 2018 e; Efeitos tributários esperados para 2018. Edison C. Fernandes, sócio do Fernandes, Figueiredo, Françoso e Petros Advogados, foi debatedor do encontro.


 O Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade e a Gestão de Conflitos

 A Mediação de Conflitos é um método que transcende os aspectos jurídicos. O Profissional de Finanças, Administração e Contabilidade muitas vezes está envolvido em conflitos sem ao menos ter claro no que ele poderá ajudar a resolvê-lo. A Reunião Técnica de Perícias, Mediação e Arbitragem, conduzida pelo diretor-executivo Fernando Viana de Oliveira Filho, teve como objetivo apontar a importância do tema nestas áreas e como o profissional poderá utilizá-la e/ou buscar sua própria capacitação.

 Realizado em São Paulo, em 20 de março, o encontro teve como debatedor, Adolfo Braga, do Instituto de Mediação e Arbitragem do Brasil, que apresentou: O conflito e sua Gestão: positiva ou negativa; O profissional de Finanças, Administração e Contabilidade e o conflito; Mediação: o que é e para que serve; As características da mediação; Os aspectos gerais e jurídicos; e As vantagens de sua utilização.


 Desafios da gestão de carreira nos dias atuais

 Em razão de uma economia altamente dinâmica, houve nas últimas décadas uma maior flexibilização das relações de trabalho. O conceito de carreira evoluiu e passou a compreender os relacionamentos dentro de organizações e, entre elas, as conexões entre vida profissional e pessoal, e o impacto reproduzido na economia e na sociedade. Este foi o tema da Reunião Técnica de Liderança e Gestão de Pessoas, realizada em 22 de Março e conduzida pelo diretor-executivo Emerson W. Dias.

 Entre os temas abordados, podemos citar: O declínio da carreira tradicional; Formatos contemporâneos de carreira; Identidade profissional e; O papel das pessoas na gestão de carreira. Fabio Loli, coach de carreira e professor de cursos de especialização e MBA na UNIP e Fundação Instituto de Administração/FIA, foi o palestrante do encontro.

 

Desafios da controladoria em serviços

 Apesar do crescimento do setor de serviços, pouco se conhece como a Controladoria lida com os desafios inerentes às funções de controle, planejamento e gestão de riscos e desempenho. A ANEFAC e a Universidade Presbiteriana Mackenzie – Programa de Pós- -Graduação em Controladoria e Finanças Empresariais – realizaram em 22 de março, em São Paulo, um workshop que trouxe o estado da arte desses desafios, com a participação de profissionais reconhecidos nesse setor.

 Participaram do debate: Alessandra Segatelli, diretora de Controladoria da Herbalife; Eduardo Gondim, gerente de Planejamento do Grupo Bandeirantes; José Carlos T. Oyadomari, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie; Milton Toledo, vice-presidente da ANEFAC e Renata Bandeira Gomes do Nascimento, diretora de Controladoria LATAM. Entre os assuntos abordados: Planejamento e controle em tempos de empowerment das pessoas; Mensuração de desempenho considerando a ênfase em pessoas; e Gestão de riscos em ambiente de serviços. No encontro também foi lançado o curso de Especialização em Controladoria Financeira do Mackenzie em parceira com a ANEFAC.

 

Controladoria para PME

 Técnicas de controladoria podem ser empregadas para ajudar as pequenas e médias empresas (PMEs) a conhecer melhor as características de seus clientes e a rentabilidade de seus produtos e serviços, gerando informações relevantes para tomada de decisões e tornando essas empresas mais competitivas. Esse foi o assunto da Reunião Técnica de Controladoria, no dia 27 de março, em São Paulo.

 O encontro trouxe para o centro das discussões a estrutura conceitual básica de Controladoria, o seu papel no ambiente organizacional, as dificuldades de implantação em PMEs e, ainda, o desenvolvimento de um caso prático de Controladoria em PME. O responsável pela reunião foi o diretor-executivo, Rodrigo Paiva Souza, e os debatedores

foram Fabio Rodrigo Pereira Sobreira, sócio da New Account Assessoria Contábil e da Biz.U Consulting, e Nilton Cano, consultor de empresas com ênfase na área de Controladoria.

 

Como definir o impacto da inteligência operacional nas empresas

 Agilidade é a maneira ideal de definir a importância do poder da inteligência operacional na tomada de decisões nos processos de negócios. A Reunião Técnica de Estratégia promovida no dia 3 de abril abordou o assunto e apontou vários pontos sobre a problemática. Exemplo: combine a urgência com agilidade, capacidade e regularidade, e você aplicará o poder da inteligência operacional para decidir e agir rápido com eficiência e eficácia. Perceber e tomar decisões com atitudes que maximizam as chances de sucesso, buscar métodos ou dispositivos computacionais que resolvam os problemas sem a necessidade de intervenção humana.

 O diretor-executivo responsável foi David Kallás e o debatedor Fernando Augusto Pauli Torraca, sócio proprietário da Amaxonia Technologies em New York onde é o atual CTO da empresa, abordaram: 1) Raciocínio – Aplicar regras lógicas a um conjunto de dados para concluir; 2) Aprendizagem – Aprender com os erros e acertos para agir no futuro; 3) Padrões – Reconhecer comportamentos no uso e aplicação de soluções; e 4) Inferência – Capacidade de conseguir aplicar o raciocínio nas situações do cotidiano.

 

Programa IR para Todos ANEFAC

 Nos dias 10, 17 e 24 de março e 7 de abril, a ANEFAC realizou mais uma etapa do IR para Todos, programa que é parte do Projeto ANEFAC Solidário. O objetivo da entidade é apoiar o atendimento gratuito por meio do treinamento sobre IR aos estudantes. Este é o segundo ano do projeto e em 2018 participaram cerca de 400 alunos. O atendimento é focado em pessoas físicas com uma única fonte de renda.

 

Resolução 4.588/17

 Com a finalidade de regulamentar a função de auditoria interna das instituições financeiras, o Banco Central do Brasil publicou a resolução 4.588 em 29 de junho de 2017, que regulamenta a atividade de Auditoria Interna no país. A determinação é de que todas as instituições financeiras devem seguir as normas e procedimentos estabelecidos pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil. Este é um grande marco para a profissão, principalmente para aqueles que exercem essa obstinada função em instituições financeiras.

 Aliás, o assunto foi pauta da Reunião Técnica de Processos e Riscos ocorrida em 10 de abril, na capital paulista. Conduzido pelo diretor-executivo Eduardo Nunes de Carvalho, o encontro contou com a palestra de Rodrigo Abbruzzini, especialista em Auditoria Interna com foco em Gestão de Riscos, Estruturação de Controles Internos, e Compliance.

 Conforme lembrou Abbruzzini, as atividades de auditoria interna devem ser compatíveis com a natureza, porte, complexidade, estrutura e o perfil de risco. Trata-se de uma atividade de revisão e consultoria independente organizada para agregar valor e aprimorar as operações das organizações. Deve suportar a organização a alcançar seus objetivos através da avaliação e melhoria dos processos de gestão de riscos, ambiente de controles e governança corporativa. (IIA – 1999 / BIS Ago/2001).





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